domingo, 31 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
The Known Universe - O Universo Conhecido
Vídeo fantástico produzido pelo Museu Americano de História Natural ilustra uma travessia pelo universo observável. Perfeita concatenação de objetos astronômicos em escala com precisão matemática.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A Mística e o Voluntário
Quando o Desespero encontrou-se com a Esperança, uma súbita paixão começou a se esgueirar entre um homem e uma mulher que acabavam de se conhecer.
Ele era carente de afeto e ela frustrada com a sua própria vida. Alvos de uma paixão fulminante, ambos acreditavam terem sido feitos um para o outro. Ele era cético, ela, esotérica. Ele adorava conversar, ela adorava falar. Ele nasceu pobre, feio, e por mais que estudasse e se especializasse, não conseguia emprego, porém era inteligente. Ela, rica, bonita e nunca precisou trabalhar, porém faltava-lhe inteligência. Ela acreditava que haveria outra vida após a morte. Ele, entendia que esta seria a única vida que viveria.
Ela acordava às 10 horas todos os dias e à noite ia para seu grupo de treinamento paranormal. O poder da mente estava sempre com ela. Dizia preparar-se para um cataclismo profetizado por seres extra-terrestres. Colecionava aforismos, acendia incensos todos os dias e lia sobre Atlântida, Astrologia e a Grande Fraternidade Branca, além de ser adepta da Homeopatia. Acreditava ser um Ser em evolução universal e era vista como uma alma forte em ascensão espiritual pelo seu grupo esotérico. Sempre falava sobre evolução espiritual e tentava levar as pessoas para sua religião.
Ele, acordava às cinco horas da manhã para trabalhar, quando conseguiu uma ocupação, e só podia dormir novamente à meia-noite. Não possuía bens materiais, tampouco reconhecimento social. Não era respeitado, nem valorizado. Contudo, acreditava em Ética e Força de Vontade.
Mas, com tantas disparidades pessoais entre o casal, a admiração e a tolerância duraram pouco, cedendo lugar ao desrespeito e à tirania. Com efeito, quando a convivência tornou-se insuportável por conta das diferenças ideológicas, eles resolveram separar-se.
Para ela, sua passagem para o plano dimensional superior não podia ser comprometida pela baixa vibração áurica de seu companheiro.
Para ele, a vida era única e não podia ser desperdiçada com superstições e delírios coletivos.
Envoltos numa atmosfera de desentendimentos, abriram mão da felicidade numa jovial noite de outono.
Ela estava sempre perfumada e maquiada. Fez pilling, várias plásticas e tatuagens da moda. Todo ano tinha um namorado novo que levava para morar consigo. Viajava frequentemente e comia do bom e do melhor, incluindo carnes. Mas ainda assim sua vida não tinha sentido.
Ele tornara-se vegetariano, pois abominava o sofrimento dos animais. Amava a natureza e não consumia nada que significasse a degradação do meio-ambiente. Era incompreendido e tomado como louco. Sempre ajudava quando podia. Trabalhou como enfermeiro voluntário na Oceania depois das Tsunamis de 2006, protegendo e cuidando de idosos. Viu pessoas se matando por comida. Passou fome em uma de suas viagens como voluntário e foi baleado durante um conflito religioso. Mas ainda assim sua vida não tinha sentido.
A Mística teve filhos com outros homens. O Voluntário não tinha ninguém; as mulheres não se interessavam por ele.
Um dia um homem rico procurou o Voluntário para que participasse da fundação de uma instituição voltada ao amparo do idoso, dada a sua reputação. Aceitou o convite e em pouco tempo já ocupava a posição de presidente. Mesmo assim fazia questão de cuidar diretamente das pessoas amparado-as no que fosse necessário. O Voluntário recebia um salário simbólico. Considerava tudo o que fazia como um gesto altruísta. Contentava-se em ter o que comer e onde dormir desde que pudesse ajudar.
O tempo passou e todos envelheceram.
A Mística havia rompido irremediavelmente com sua família; que há tempo a tinha como desequilibrada e doente. Então foi viver numa comunidade esotérica que aguardava pelo fim do mundo, em um Estado distante. Com o passar do tempo, paulatinamente, doou toda a sua herança para referida comunidade como prova de lealdade e confiança, visto que esta a acolhia bem. Fatalmente, quando seu dinheiro acabou, as pessoas já não a viam mais como útil, mas sim como um estorvo. Então, num acesso de fúria, revoltou-se e foi internada num hospital psiquiátrico, sendo lá esquecida dias depois.
O Voluntário permaneceu na instituição que cuidou durante anos até que sua força e lucidez esvaíssem, a ponto de tornar-se um inválido. Assim, foi colocado num leito coletivo por um grupo de universitários que assumiu a diretoria da fundação. Semanas depois o Voluntário faleceu misteriosamente.
E desde aquela jovial noite de outono a Mística e o Voluntário nunca mais se viram.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Sete Sujeitos
O inteligente aprende a acertar
O sortudo acerta
O desinteressado não acerta
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O esperto aprende com os erros dos outros.
O sortudo acerta
O desinteressado não acerta
.
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O esperto aprende com os erros dos outros.
O comum aprende com seus próprios erros.
O estúpido não aprende nunca.
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O tolo aprende a errar.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
Telefonica
Lider absoluta de reclamações no Procon, o órgão de defesa do consumidor possui até uma página de cadastro específica para reclamações sobre Speedy/Telefonica. Chique, não? A Telefonica tem uma página especial só prá ela no Procon!O ícone da incompetência do país tem, só no Orkut, mais de 18.610 membros em sua maior comunidade, contra a segunda maior, com 6.600, talvez formada somente por "colaboradores"; os únicos admiradores da Telefonica.
Na blogosfera, o maior destaque é fica com o Eu Odeio a Telefonica. Já no Twitter o tópico #Speedy é um explícito show de horrores.
Mas a medalha de ouro, sem dúvida nenhuma, vai para o portal de humor Desciclopedia. Confira!
Me desculpem pelo video, mas eu ri tanto com esse que me senti na obrigação de postar.
Me desculpem pelo video, mas eu ri tanto com esse que me senti na obrigação de postar.
Veja Também: Jornal da Noite - Boris Casoy detona Telefônica
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Caminhando pelos Terrenos Insólidos do Ensino Médio com a Filosofia
Imagem do filme O Grande Truque
A Filosofia e o Filosofar
Por vezes, antes de iniciar minhas atividades como docente, pensei em qual seria o papel do professor de Filosofia em sala de aula, para quando adentrá-la pela primeira vez não cometer o equívoco de ensinar tão somente a História da Filosofia ao invés da Filosofia em si.
A História da Filosofia é estudada para efeito de referência a fim de contextualizar o pensamento desenvolvido em algum Lugar e em algum Momento, para nos localizarmos na História e entendermos como o mundo foi se tornando o que ele é hoje. Em outras palavras, a cultura atual não foi um "ploc" de bola de chiclete. Ela veio de algum lugar e se tornou o que é hoje através de processos de erros e acertos em diversos campos de atividade humana, como, por exemplo, na arquitetura, na ciência, na agricultura e na política. Outrossim, o cerne da História é a História da Filosofia dado que o mundo se forma a partir de ideias, ou melhor, a partir de atitudes desencadeadas por ideias, e, com efeito, pelas consequências dessas atitudes.
A História da Filosofia por si só não serve para nada. É como estar perdido, localizar-se, descobrir para onde ir, como ir, e no final das contas, ao chegar lá, não saber o que fazer. A História da Filosofia, meramente, é como organizar uma viagem para lugar nenhum. Chato, né? Ela é o de-onde-vim-e-para-onde-vou. Já o Filosofar é o o-que-eu-vou-fazer-quando-chegar-lá. Aí sim as coisas começam a ficar interessantes e a Filosofia junto à História começam a fazer sentido.
Deste modo, em alguns anos de magistério, aprendi a diferenciar a filosofiazinha inútil catedraticamente usada para fazer guerra de ego nas academias e a Filosofia deveras útil e libertadora outrora consagrada pela maiêutica de Sócrates; usada para induzir o sujeito a encontrar a verdade por si próprio. E isso é tudo o que importa para mim. Ensinar neguinho a pensar corretamente para se tornar um agente de transformação do espaço, um formador de opiniões, um cidadão crítico.
Amiúde lembrei da célebre frase do incompreendido Immanuel Kant: "Não se ensinar Filosofia, mas a Filosofar". Pensar todo mundo sabe, mas conceituar e sistematizar o mundo semântico de modo a não se apegar a pré-conceitos e gestar um entendimento mais polido acerca das coisas é algo para poucas pessoas ainda. E foi aí que eu encontrei uma motivação e um desafio nesse mundo apocalíptico chamado Ensino Médio. Mas também foi quando comecei a comprar briga com meus professores da faculdade e colegas de trabalho, pois eles entendiam que ensinar a Filosofia sem pautá-la radicalmente na História da Filosofia a deixaria descaracterizada e anacrônica. Aceitei as críticas, mas fui teimoso e fiz o que eu entendia como sendo o mais certo. Felizmente funcionou.
A Filosofia em si não é chata. Chato(a) é o professor(a). E a exemplo disso, sou um palerma em matemática porque as minhas professoras de matemática eram chatas e me traumatizaram mais que o Ed209 do Robocop. Mas um dia ainda vou aprender a fazer conta de divisão.
Então surgiu o meu primeiro desafio. O bom professor nosso de cada dia, deve, além de professor, ser um "ator", um encantador. Trabalho difícil para muitos, porém, não impossível. Como ser mais professor-assertivo-gente-fina e menos ditador-tirano-xarope-insuportável? Como em qualquer ocupação profissional foi necessário tempo e meditação para que eu aprendesse com meus próprios erros (e com a própria Filosofia) a ser o exemplo do que eu ensinava. Palavras instruem, mas são os exemplos que educam... Essa eu aprendi com meus alunos.
Para finalizar essa parte, então por que não focar só na História da Filosofia? Porque é um desperdício de tempo, não será útil para nada na vida do estudante, é chato e desencanta o sujeito para a prática do filosofar.
A Filosofia como uma Ferramenta
No âmago da Filosofia está o ceticismo; uma postura de dúvida diante das coisas. Duvidar é ponto de partida de tudo na Filosofia. Aliás, para o filósofo, saber perguntar é mais importante que saber responder. Uma pergunta correta pode conduzir uma discussão até uma resposta correta. Já uma pergunta incorreta pode gerar uma resposta incorreta, evidentemente. Não faria sentido pensar se já tomássemos como certo e previsível o desfecho de um diálogo. Seria como participar de uma mesa redonda de futebol - todo mundo sabe que é só um jogo, que as regras são as mesmas, que às vezes se ganha e às vezes se perde, que não há nada para ser discutido, vai ser sempre a mesma ladainha de sempre e ninguém vai chegar a um consenso, mas mesmo assim todo mundo bate aquele papinho esperto.
Diria uma amigo meu, mecânico de aviões que "com a ferramenta certa é fácil trabalhar". Fico imaginando que o que ele quis dizer é que para se errar menos e acertar mais, precisamos parar de usar martelo em lugar de chave-de-fenda para fixar parafusos. O mesmo faz o filósofo. Ele faz uso de ferramentas abstratas tais como o juízo crítico, o pensamento analítico e raciocínio lógico, ao invés do eu-acho-que-na-minha-opinião. Assim se mantém o pensamento correto e linear.
Dialética vs Digressão:
Como disse, bater um papo sobre coisas irrelevantes do dia-a-dia como o futebol é fácil, mas manter uma discussão no rumo certo sobre o aborto ou a legalização da maconha, por exemplo, sem tomar um desvio e perder completamente o foco da discussão é difícil. O nome disso é Digressão. Digressão é um desvio ou distração do assunto, para outro diferente daquele de que se trata, e é também aquilo que mais costumamos fazer durante os diálogos com os amigos; tornando-se um vício que certamente vai lhe atrapalhar na sua futura empreitada por verdades. É nesse ponto que tento chegar com meus alunos quando digo que sabemos pensar mas não sabemos pensar corretamente. A exemplo disso, uma vez uma menina começou uma conversa comigo cujo tema era o Ciúme. Mas a coitada fez uma salada tão grande que, quando fui perceber, o tema tinha virado "A Existência de Deus". Erro de discussão, falta de juízo crítico. Enfim, digressão braba!
Quantos mais generalista é uma área de estudo, menos prática ela tende a ser. E nesta condição a Filosofia se encontra em uma das extremidades. Filosofia não serve absolutamente para nada, por vias práticas, porque seu campo de atuação é o mais generalista de todos! Porém, o cara que domina a filosofia enquanto "ferramenta" consegue aprender qualquer coisa depois; inclusive a famigerada Matemática.
O que você está vendo? ...A resposta mais óbvia é a mais incorreta!
A Filosofia como um Estilo de Vida
Filosofar não é ficar olhando para o céu com a boca aberta, esperando um mosquito vir se sentar. Um filósofo é um cara profundamente angustiado justamente porque conhece e entende o chão em que pisa, e por isso, se obriga a pensar! Mesmo assim é comum ouvir pessoas dizendo "filósufu é tudo loco".
É... talvez... Mas antes Louco que Ignorante. Concorda? Agora... pergunte para essas pessoas conceituarem o que é a loucura... Você vai se surpreender. Nenhuma delas terá uma resposta clara e satisfatória, muitas vezes se confundindo na tentativa de argumentar ou, simplesmente, dando as costas à própria ignorância. Reconheço que às vezes é divertido ser o espelho da ignorância das pessoas. E isso deve-se porque elas vivem presas a um padrão de pensamento chamado Senso Comum. E aí? Você prefere ser louco ou ignorante?
De onde vim e para onde vou? O que fazer com minha liberdade?
Você é livre, você faz escolhas durante a vida toda. Então você é o único culpado por todos os méritos e deméritos decorrentes das suas escolhas. Se alguém te obrigar a fazer algo que você não quer, ainda assim você terá feito uma escolha e exercido sua liberdade ao aceitar tal imposição. Eis a importância de se duvidar, questionar, entender, compreender, não se deixar enganar, libertar-se de pré-conceitos e não aceitar que focinho de porco é tomada só porque alguém te disse isso.
É no diálogo e na discordância que a verdade surge e não na concordância. Se tudo mundo é concordante e pensa da mesma maneira, sem dúvida nenhuma, isso indica que essas pessoas não estão pensando. E, na pior da hipóteses, estão imitando/seguindo o que já foi pensado por outra pessoa. O que dizer então dos malandros que se aproveitam dessas pessoas que têm preguiça de pensar? Heim???
Se você tem uma opinião diferente da minha, muito possivelmente você pode estar vendo algo que eu não vi. Ou seja, você pode estar certo e eu errado, ou vice-versa. Então, seguramente, se você sabe de algo que eu não sei, eu é que não vou querer ficar de fora. Vamos conversar. Aliás, isso é o que mais se faz em Filosofia.
Não há competições na Filosofia. Quando um dos lados ganha numa discussão, os dois ganham, pois a Verdade é um bem que todos almejam. Por falar em discussão, vamos deixar claro uma coisa: discutir é trocar ideias, dialogar, argumentar, trabalhar em conjunto para se alcançar uma verdade, e não bater boca fazendo guerrinha de achismos.
Pessoas Diferentes pensam de maneiras diferentes. Portanto, pessoas diferentes têm ideias diferentes. Com efeito é comum que uns acertem e outros errem. E é aí que entra a Filó. Enquanto alguns reconhecem seus erros e juntam-se àqueles que "acertaram", outros permanecem agarrados ao seu erro sabe-se lá porquê! O que se vê é que alguns preferem Mentiras Felizes, enquanto outros preferem Verdades Tristes.
Filosofia, Religião e Misticismo
Primeiramente preciso dizer a todos que, como botucatuense autêntico sou membro da Ordem Universal do Sací-Pererê. Eu acredito e sou fiel a Ele. E quem duvidar de mim que, por favor, prove que Ele não existe. Pois eu tenho fé nele e em seu redemoinho de vento, seu pito mágico e no poder de seu capuz vermelho. E o seu livro sagrado só é revelado somente àqueles que acreditam nele. Mas respeito a fé de todos desde que respeitem a minha.
Para começar e terminar de uma vez com possíveis tumultos neste tópico vamos deixar claro que Filosofia tem tanto a ver com Religião como Ufologia tem a ver com Culinária.
Religião, cada um tem a sua e vive para si. Embora tenha muito professorzinho por aí misturando as coisas, arrastando a Idade Média com correntes pesadas e enferrujadas até a sala de robótica. Muitos deles são meus amigos e o são justamente porque aprenderam a arte do diálogo junto à filosofia, assim como eu, apesar das diferenças ideológicas.
A Filosofia se processa através do pensamento lógico-conceitual, sistematizado, do juízo crítico, ao contrário da Fé, que basta-se por si só, sem questionar. Aliás, se uma pessoa tem Fé, prá que aprender a questionar e discutir? A Fé é a capacidade de crer em alguma coisa sem a necessidade de Evidências. Aliás, tenho fé no Sací-Pererê e nem por isso fico "pregando" sobre Ele na aula de Filosofia. Detalhe: livros religiosos não servem como evidências da existência de יהוה, Allah ou o Flying Spaghetti Monster. Caso contrário eu poderia citar a Ilíada de Homero - que viveu oito séculos antes de Cristo - como prova da existência dos ciclopes. A lógica é a mesma...
Filosofia não é Filosofia de Vida, Filosofia Empresarial, Auto-ajuda, Exoterismo, Astrologia, Ufologia, Misticismo... Ao contrário do que estas afirmam, a Filosofia combate todo tipo de doutrinação e/ou afirmação inconsistente que se pautem no mero gosto, ou só porque a pessoa achou legal acreditar em determinada coisa.
Ó só! Eu tive uma namorada que até hoje acredita que os ET's virão buscá-la e levá-la para a 4ª Dimensão (seja lá o que for isso). Certamente ela prefere uma Mentira Feliz que uma Verdade Triste e assim está bem confortável dentro do faz-de-contas dela.
Filosofia é a relação crítica entre as coisas. E as coisas que funcionam hoje em dia só funcionam porque derivaram da Filosofia, principalmente a oriunda do Iluminismo e não da benção maluca do Edir Macedo. A Ciência, por exemplo, dá boas evidências disso: Vacinas, Computadores, Carros, Pasta de Dente, etc. Essas coisas só existem e funcionam porque seguiram pelo caminho correto, ao contrário de superstições, crendices, pseudo-ciências e do poder da mente, que de poder não tem nada.
O Estado é laico por lei. A escola é uma instituição do Estado. Portanto, a Escola deve ser, necessariamente, laica! Não infrinja a Lei! Fim de papo!
Guia do aprendiz de filósofo
1º Você nunca sabe tudo.
2º Você sempre pode saber mais.
3º Duvide de tudo! Principalmente daquilo que você acha que sabe.
Depois de algum tempo você vai perceber que a Vida não passa de um grande chocolate.
Mas isso não vou explicar, não. Deixo para meus alunos sacarem essa por si mesmos.
Filosofia é só o começo. Quando sua visão muda, o mundo muda contigo.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
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