domingo, 22 de novembro de 2009

EXISTENTIA

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Projeto Cinematográfico Existentia
A filosofia de Nietzsche sob uma ótica surrealista

Curta-metragem dirigido e produzido pelo Professor Alessandro Locatelli em parceria com o Grupo Cultural MEF de Pederneiras-SP em 2007.

Na sinopse
Apolíneo e Dionisíaco: os dois princípios vitais apontados por Nietzsche, antropomorficamente representados num curta-metragem surrealista. Entre moralidade excessiva e desmesura moral, os personagens mergulham num caleidoscópio de autodestruição e despotencialização de suas vidas, de tal modo que apenas a loucura pode alcançar a Liberdade.
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No jornal
A Pizzaria Canal 1 apoiou no dia 17 de outubro de 2007 a gravação do Projeto Cinematográfico Existentia, idealizado pelo Profº Alessando Locatelli em parceria com o Grupo Cultural MEF, composto pelos alunos Marcelo dos Santos, Emerson Mariano e Fabrício dos Santos, todos alunos da E.E. Anchieta, juntamente com a E.E. Profª Alva Fabri Miranda e a Diretoria de Ensino de Jau.

O projeto iniciou-se em março deste ano sendo encerrado agora em outubro nas dependências do Canal 1. O professor Alessandro e o Grupo MEF optaram pelo ambiente desta pizzaria devido à sua feição despojada e pelo espaço propício para a gravação das últimas cenas. Ao final destas, todos os
participantes fecharam a noite ao sabor da melhor pizza da cidade, claro!

Abaixo, parte 2 de 3:



A produção do curta-metragem contou com apenas uma câmera digital e um computador para as filmagens e as edições, conferindo um teor artesanal típica do cinema brasileiro ao projeto. “Isso não é Hollywood!”, afirmam Alessandro e MEF. Embora tenha sido iniciado em março deste ano, o tempo de exibição do curta não passa dos 25 minutos. Prevaleceu o clima de trabalho em equipe, estudou-se filosofia e produziu-se cultura num projeto artístico-filosófico que, embora modesto, possui considerável riqueza artística, típica do gênero surrealista. A ausência de falas no filme alternou cenas de exaltação e angústia existencial em cenas tórridas. Os próprios envolvidos no filme admitem que fica um tanto difícil entender o curta visto que todo o seu enredo baseia-se na obra de um filósofo alemão (Friedrich Nietzsche) de difícil interpretação porém rico conteúdo dado seu caráter existencialista. O resultado é um tipo de “colagem” de conceitos da filosofia de Nietzsche jogados num liquidificador, brinca MEF e Alessandro referindo-se ao resultado. Aconselham ainda, “não tentem entender, prefiram sentir o filme antes, pois essa é a vida acontecendo agora”.

Elenco:
Rafael Braga
Samanta Moreno
Jéssica Franco

Felipe Tellis
Fabrício dos Santos
Emerson Mariano

Direção Executiva:
Marcelo dos Santos






Projeto Oficial



1 JUSTIFICATIVA
Em razão da força da cultura visual, massivamente presente em nosso quotidiano, observa-se a necessidade de novos vieses didáticos amparados pelo recurso das mídias audiovisuais tais como em suas formas mais atrativas: Cinema, Televisão e Internet. Sendo, neste caso, o cinema amador o meio escolhido como o mais adequado para a execução deste projeto.

2 OBJETIVO
Instigar o gênio crítico e criativo latente em alunos do Ensino Médio.

3 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO


a. Metas

Tornar o aluno mais atento às temáticas filosóficas dispostas na contemporaneidade.
Condicionar o aluno ao trabalho em equipe.



b. Ações Desenvolvidas
Produção de um filme de curta-metragem baseado na filosofia de Friedrich Nietzsche, cujo foco circunscreve-se à Natureza e Condição humanas na pós-modernidade.
Ensaio, pesquisa, encenação, gravação e edição realizados em períodos diferentes do das aulas ministradas.
Exibição do curta-metragem para as classes do ensino médio seguida de análise e discussão.

3 AVALIAÇÃO
Observação direta da participação dos alunos envolvidos durante o processo de execução do projeto; sendo esta disposta em duas partes: pesquisa do tema e produção do curta-metragem.

4 DISCIPLINAS
Apesar do teor filosófico deste projeto, o mesmo se estende para o âmbito das ciências humanas e, especialmente, o das artes; de cujo formato esta proposta se empresta interdisciplinarmente.

5 PÚBLICO ALVO
Alunos do ensino médio das Escolas Profª Alva Fabri Miranda e Anchieta – Pederneiras, assim como todos os docentes e discentes que queiram utilizar-se do material deste projeto para fins didático-pedagógicos.

6 RESPONSÁVEL
Professor Alessandro Martins Locatelli

7 DURAÇÃO E LOCAL
O projeto se realizará de abril a outubro de 2007 nas dependências das unidades escolares Profª Alva Fabri Miranda e Anchieta, ambas em Pederneiras e, eventualmente, em ambiente cenograficamente adequados às gravações, juntamente à presença do professor coordenador deste projeto.

O Jardim Sensorial

Desde minha infância eu sentia a presença de algo extraordinário emanando de algum lugar que, muitas vezes, acreditei estar dentro de mim. Eu não podia ver, mas podia sentir e até mesmo reconhecer o que acontecia comigo em imagens fantásticas virtualmente criadas por artistas atuais.



Por mais ridículo que este sentimento do extraordinário, esta percepção do fantástico presente parecesse com o passar dos anos, minha intuição se intensificava apontando para aquilo que eu acreditava ser a fenda para um mundo fabuloso. Eu sentia que, do ''lado de fora'' havia um outro mundo que se manifestava como o avesso de mim mesmo. Em outras palavras, eu era a manifestação antropomorfica de uma realidade composta de cheiros, sabores, sentimentos e percepções jamais experimentadas por outra pessoa.
A fenda estava alí, sempre junto de mim, porém inalcançável, indesvelável até mesmo para mim, mas, ainda assim, parte de mim e à espera de um sobressalto da comum existência para permitir a transcedência do Eu lacrado pela identidade rumo à liberdade infinita de mundos em construção.
Por vezes imaginei que mais pessoas poderiam estar transitando pela mesma frenquência desta coisa inefável que me tocou por tantos anos. Haveria uma ponte comum?
As lembranças mais antigas e misteriosas que tenho são as de sonhos ainda em preto e branco que, em muito, me lembrava as primeiras pinturas de René Magritte. Lembro-me sempre dos mesmos elementos estéticos que compunham tais sonhos, todos muito singelos, porém muito marcantes e carregados de mistério: a Lua, o céu sempre noturno, navios, aviões, carros antigos e paixões inocentes.


Já na infância eu detinha o sinal da vida incompreendida que eu levaria; sem desenvolver o gosto por festas, alcoóis e futilidades, desenvolvi apreço pelo silêncio e uma forte tendência à reclusão. Estes faziam-se o interstício entre o mundo lógico, improvável e mecanicamente desprovido de sentido e a percepção de uma realidade extraordinária que fagulhava por detrás de meus olhos.
Um peixe fora d'água... tanta beleza formando um oculto jardim sensorial, emanado para dentro de mim através de uma brecha invisível que jamais poderá ser entendida ou sentida por outrem por vias racionais, a não ser que, do lado de lá, do lado de fora, naquele mundo fantástico, alguém ou algo crie uma ponte atravéz da qual, pela mesma brecha, outros possam realizar a fantástica travessia para o Extraordinário.

Treinamento de Sobrevivência


Fome, frio, sono... é curioso como estas sensações nos afastam dos vícios da "civilização" e nos revelam quem, de fato, somos.
Na madrugada do dia 15 de maio de 2009 iniciamos o Treinamento de Sobrevivência em Selva e Mar no litoral norte de SP, pela Escola de Aviação Congonhas, incluindo as turmas 170 a 173. Exigência comum feita pela ANAC para os futuros comissário que pretendem ingressar neste ramo. Retornaríamos no domingo, dia 18 de maio de 2009.
Quando nos percebemos à deriva na imensidão da mata-atlântica, algo nos tocou, fazendo-nos trabalhar em equipe pacientemente. Com efeito o clima de companheirismo tomou conta do acampamento mesmo entre os alunos de outras turmas.
Parte do grupo, inclusive eu, sofreu um ataque de abelhas nativas. Momento crítico do treinamento. Por vezes, cheguei a pensar no absurdo de não termos sidos feitos para viver em um ambiente como aquele, porém, à medida em que nos permitimos envolver pelo "rítmo" da selva, começamos a nos perceber integrados a ela. A experiência de ter mastigado um carangueijo vivo após o choque da escassez de alimentos acabou nos revelando o que de fato se esconde por trás da endumentária de civilização que amiúde nos gabamos arrogantemente de vestir. Nos tornávamos humildes ao passo que caminhávamos selva a dentro. Deste modo, o tempo passava entre a vegetação nos ensinando que precisamos de muito pouco para viver.
Não há como lutar contra a Natureza, ela se apossa de você e vence... silenciosamente.
Quando de volta a São Paulo, algo da selva havia ficado dentro da minha cabeça, eu caminhava pelas ruas ao voltar para casa como se alguma conexão tivesse sido criada entre eu, a selva e os demais estudantes de comissaria. Sem que tivéssemos percebido, um sentimento de comunhão com a natureza havia se formado de maneira muito nostálgica e envolvente. Estranho... como é possível sentir falta de um ambiente que lhe agride, lhe castiga?
Esta foi uma experiência que jamais esquecerei, pois nos propiciou amadurecimento e respeito pela natureza e ao próximo, adjuntamente à certeza de que somos seres extremamente vulneráveis, e que, por não sermos capazes de aceitar a sabedoria que vem de dentro deste mundo fechado que é a selva, acabamos por escapar para um mundo urbano, artificial que nos furta toda a simplicidade e a força necessárias para uma vida sadia.
Sinto agora que algo extraordinário esteve junto a nós o tempo todo lá dentro, porém, somente ao final da jornada pudemos nos dar conta da presença incógnita e extraordinária que esteve o tempo todo à nossa companhia.
Em resumo: terrível, enaltecedor, emocionante...

OgAAANKhJCkOZBXTKSY8NCC7mej3uZ_sULOzp4fpMy-jKmeV74wp3a4-gDMmX0bX_EhMyIuYNjhT1Yx5VUg5x8q6fGMAm1T1UEfqrTlRAbuFf7EL68bJ_IsZh40RAos instrutores, atenciosos, de pulso firme e coração grande, muito obrigado por toda a disciplina que nos foi legada.

Alto Paraíso de Goiás



"A alma viciada e flagelada pelo veneno da contemporaneidade encontra sua purificação e sua paz ao mergulhar na beleza mística e silenciosa da Natureza.
A energia da terra enlaça a alma numa profusão de sentimentos que transcendem a superficialidade do mundo moderno."

(Março, 2008)

Pais Permissivos

O Senado aprovou nesta última quarta-feira uma emenda constitucional que prevê multa para pais de alunos cujos filhos tenham cometido algum tipo de infração em sala de aula.


O Estado compreende que a má educação dos filhos caracteriza negligência educacional por parte dos pais para com o Estado por não cooperarem com a manutenção da cidadania.



Os valores das multas poderão variar de acordo com o tipo de infração cometida pelos alunos - desacato, depredação do patrimônio público, agressão moral e/ou física e até mesmo displicência.



A medida prevê uma diminuição do índice de infrações escolares juntamente com a moralização dos responsáveis pela educação do menor.



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Infelizmente, esta notícia não passa de mera ficção.


accuse
O fato é que a Escola tornou-se um depósito de pessoas nos últimos anos, perdendo sua característica essencial de Instituição de Ensino à de Aparelho Ideológico do Estado.


Professores mau pagos, doentes, submetidos a rotinas estafantes e muitas vezes humilhações e agressões promovidas por marmanjos gestados por mordomia, superproteção e conivência da mentalidade relapsa de pais que não enxergam limites e nem respeito à hierarquia compõem o cenário da Educação neste país.

Especialistas afirmam que o sucesso da educação reside no legado moral que os pais deixam, com seus exemplos de conduta e, outrossim, a imposição de limites nos atos de seus filhos. O mesmo acorre entre os profissionais da Educação, onde impera o consenso de que a Família é a base de toda e qualquer boa educação. E não me refiro a achismos de "comadres" mas sim a profissionais graduados e com experiência suficiente para tecer uma crítica de tamanha responsabilidade. Compete à Escola apenas a educação cívica, porém, o embasamento moral da formação do indivíduo é de responsabilidade fundamental dos pais. No entanto, o que se verifica é uma crescente tendência à permissividade familiar no tocante à educação. Nada tem sido feito neste aspecto e nem será feito para mudar este círculo vicioso a menos que os pais de alunos sejam penalizados pelo mau comportamento de seus filhos em sala de aula e, posteriormente, na sociedade.

Faz-se mister que os responsáveis legais pela formação moral do educando sintam no bolso o ônus de colocarem um indivíduo no mundo e terem a petulância de fazerem vista grossa para suas ações socialmente inaceitáveis.

A pergunta é: como podem professores ensinar se a Família não cumpre seu dever primordial de educar?

A despeito, há uma completa incongruência entre o binômio direito-dever no meio escolar. É comum ouvir por parte de pais e alunos, muitas vezes em tom de afronta, a célebre frase: "eu tenho meus direitos", como se estes estivessem amparados por uma legislação fantasiosa e assim pudessem fazer o que bem quisessem. Porém esquecem-se, que, de fato, detém Direitos aquele que, concomitantemente, detém Deveres. O segundo muitas vezes é convenientemente esquecido... infelizmente pelo próprio Estado também; colocando o professor em posição depreciativa.

Ora! Se não há deveres então não deveriam haver direitos. Correto?

Eu mesmo, quando professor, cheguei a presenciar a cena de dois irresponsáveis (também chamados de pais) que, na diretoria de uma escola, arrogantemente defendiam seu filho e atacavam um professor por este ter, supostamente, dado um tapa em seu filho após este tê-lo xingado repetidas vezes. Os pais ameaçaram processar o professor e levar o caso à TV, embora o adolescente, mimado e sem nenhuma feição de respeito era pateticamente defendido pelos pais e chamado de "menininho" pela mãe (embora este já fosse um brutamontes debochado).

Imaginem a luta que este profissional teve para conseguir um diploma, e continua tendo, sob humilhações diárias em sala de aula, para conseguir um mísero salário, pagar suas contas e viver sob pressão psicológica por conta do seu trabalho e do sistema econômico injusto do seu país. E ainda cercado de calúnias levadas à delegacia de polícia por parte de dois boçais moralmente desajustados. Isso não parece injusto?

Todos sabemos que, nas entrelinhas, a vontade de qualquer Profissional da Educação numa situação dessas era dar uma sova nos pais do delinquente juvenil para ver se estes criariam vergonha na cara. Mas, como é mister que o professor dê seu exemplo, relevamos... mas até quando?

Aos pais ou responsáveis permissivos, um "toque":

apontardedo
A índole do teu filho é proporcionalmente inversa ao tamanho da tua conivência como pai ou mãe.



Se seu filho não é devidamente punido quando criança, que você, enquanto pai ou mãe, o seja até que você resolva crescer!


Quem não é educado quando criança acaba adestrado quando adulto.

Pense nisso.

Como Fazer uma Redação


Olá, amigos!

Redação nem sempre foi algo que despertou a paixão de muitos mundo afora. Mas, a verdade é que escrever sempre foi mais maçante que difícil. E isso se deve pela falta de hábito. Aliás esse é um hábito que desenvolvemos apenas quando começamos a escrever sobre o que nos agrada.
Bem, chega de papo e mãos a obra!

É evidente que uma boa gramática e o bom uso da norma culta são imprescindíveis, mas um texto que começa do nada e chega a lugar nenhum acaba por não receber muito crédito de seus leitores/examinadores. Por isso a maior importância daqueles textos que nos são dados como referência para uma proposta de redação é a de testar se você consegue interpretar e captar o assunto que eles estão tratando. Com efeito, o caminho mais fácil para começar é destacar as palavras-chave mais relevantes nos textos de referência e, a partir daí, localizar o tema (assunto) para formar uma ideia e confeccionar seu texto. Então, antes de tudo, identifique o tema.

O texto começa na cabeça, com uma ideia, e não no papel. Então, primeiramente, crie uma ideia-problema e só depois comece a escrever. Atenção, texto bom é aquele que sugere uma questão a ser abordada; em detrimento da popular "encheção de linguiça".

Jamais esqueça de colocar o título na redação. Alguns examinadores mais criteriosos nem se dão ao trabalho de ler um texto sem título. Use um título atraente e que, ao mesmo tempo, seja um resumão do que você escreveu.
Uma sugestão é inventar um título só depois que você concluir o texto. Assim você terá uma panorâmica do que escreveu. Títulos subjetivos como, por exemplo, "O Amor", "A Política" não são interessantes. Evite-os. Seja específico. O leitor sempre quer ter uma noção do que lerá e é para isso que serve o título.

Identificado o tema e definida uma ideia, vamos começar a escrever: A estrutura do texto é composta pelas seguintes partes, conhecidas em seu todo como estrutura ortodoxa do texto:


Introdução: Contextualize e conceitue o tema. Ou seja, do que você está falando, onde ocorre, quando, em que circunstância, etc. Aqui você apenas dá o "cenário" do teu texto.


Desenvolvimento: Problematize e argumente sobre o tema. É a parte mais importante do texto; onde você desenvolve uma análise e uma opinião acerca do problema.
O leitor quer ser persuadido. Convença-o com ideias e argumentos racionais sem apelar para o emocional.


Conclusão: Finalize o texto com sua visão sobre o assunto da maneira mais imparcial possível. Veja bem, ser imparcial não é o mesmo que ser neutro. Texto neutro é texto sem opinião.



Outras dicas importantes:
- Jamais use frases como "eu acho" ou "na minha opinião". Isso demonstra incerteza e despreparo.
- Use sempre a terceira pessoa do singular ou a primeira do plural para criar uma impressão de impessoalidade.
- Evite muitos parágrafos. Três ou quatro são suficientes.
- O texto deve conter em torno de 25 linhas.
- Conjunções são sempre bem-vindas: portanto, logo, pois, como, mas, e, embora, porque, entretanto, nem, quando, ora, que, porém, todavia, quer, contudo, seja, conforme... São as conjunções que mantêm a progressão textual.
- Gírias, expressões populares, internetês, palavrões = Suicídio.

Se quiser treinar é só pegar qualquer texto cujo tema você goste e fazer uma crítica sobre ele. A melhor maneira de se treinar a redação é escrevendo sobre aquilo que a gente gosta e entende. Aliás, num vestibular ou seleção de emprego, a redação serve mais para atestar o nosso nível de intelecto que avaliar se a pessoa sabe escrever corretamente.

Qualquer coisa, estamos aí.
Boa Viagem!
Alessandro

Conhecimento bom é conhecimento compartilhado!